terça-feira, 26 de junho de 2018

Pra você, meu adeus.

Sinto muito, mas é preciso matar-te em mim.
Pois meu peito ainda pulsa pelas tuas lembranças.
Minha inquietude aumenta ao soar do teu nome.
E nos meus sonhos ainda me persegues.

É preciso libertar-me.
De qualquer desejo que deixastes.
De toda recomendação que não fizestes.
Libertar-me de ti e de todo passado.

Faltou coragem, por tanto tempo, coragem.
A covarde que hoje sou reflete o covarde que fostes
Ao simplesmente deixar-me.

Não pedi pra ficares, mas nunca disse que poderias ir.
Então por que não levastes contigo a minha dor?
A dor que só a tua ausência me causa...

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J. Brasil

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Lá fora: Dia claro de poucas nuvens Um sol estonteantemente quente. Aqui dentro, Frio e agonia... E saudade.