Quisera eu viver de amores
E morrer de paixão.
Casar-me muitas vezes
Sofrer em cada separação.
Quisera eu deliciar-me
De muitos beijos
Muitos copos
Muitos corpos
Pra não perder a poesia;
Não deixar as palavras;
Não desenganar a ilusão.
Pra viver com maestria
As noites de volúpia
E os dias de solidão.
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J. Brasil
J. Brasil
Ah, a tal da poesia! Um emaranhado de sensações, pensamentos e sentimentos. Misturados e transmutados num conjunto belo de palavras cuidadosamente escolhidas...
ResponderExcluirBom te ver escrevendo (e publicando) novamente depois de tanto tempo!
Beijos!